domingo, 27 de maio de 2012

Exercícios Pliométricos

O que é?

É um método de treinamento que combina força com velocidade na execução do exercício, explorando dessa forma a potência muscular.
Visa combinar ciclos de alongamento e contração musculares dentro de um mesmo exercício, podendo ser exemplificado através do movimento de salto.

Qual o público-alvo para este treinamento?

  • Indivíduos que possuam um bom preparo físico e boa força muscular.
  • Atletas profissionais de diversas modalidades esportivas, podendo ser direcionado o treinamento para cada gesto desportivo e, desta forma, influenciar positivamente no rendimento.
  • Indivíduos com histórico de lesões músculo-esqueléticas devem ser avaliados detalhadamente.
  • Indivíduos em processo de reabilitação, uma vez que, estimulará a propriocepção, coordenação motora e fortalecimento muscular dinâmico.
Benefícios
  • Melhora da força muscular
  • Melhora da velocidade
  • Aumento da resistência muscular
  • Melhora do condicionamento físico
  • Melhora do rendimento desportivo

Quais as precauções?

  • O exercício deve ser criado de maneira cuidadosa, de acordo com a condição física do indivíduo.
  • A evolução deve ser lenta e gradativa.
  • A motivação contínua e a progressão organizada são fundamentais para um treino bem sucedido.
  • Por ser uma atividade de alta intensidade, a boa postura durante a execução dos movimentos é fundamental para não resultar em lesões.
  • Deve ser atribuído tempo de repouso entre as séries, para que a fadiga muscular não interfira na técnica.
  • Monitorar a frequência cardíaca (e se necessário a pressão arterial).
Para que haja evolução de rendimento neste tipo de treino, é necessário que o profissional saiba explorar algumas variáveis:
  • Velocidade de execução
  • Utilização de carga externa
  • Intensidade
  • Frequência do treinamento
  • Sentido do movimento (com mudança de direções)
  • Tempo de recuperação
Em um programa de exercícios pliométricos é fundamental que o indivíduo seja supervisionado por um profissional que utilize o bom senso e a experiência no regime de treinamento, desta forma, atingindo os objetivos necessários com o máximo de segurança e eficiência.

Abraço a todos


domingo, 13 de maio de 2012

A hora do suplemento

Abastecer-se com o produto certo no tempo certo amplifica o resultado do treino.

BCAA
O QUE É: composto com valina, leucina e isoleucina (aminoácidos de cadeia ramificada ou BCAAs, que não são produzidos pelo corpo).

INDICADO PARA: esportes de longa duração, como meias-maratonas ou triatlo. “O BCAA retarda a fadiga, reduz dores e quedas na função imunológica”, diz Thaís Nabholz, autora do livro Nutrição Esportiva: Aspectos Relacionados à Suplementação (Ed. Sarvier, 498 págs.). Também é interessante para quem faz musculação, pois estimula a produção da proteína M-tor, que participa do processo de crescimento de massa muscular. a dose diária aproximada recomendada de BCAA fica entre 3,5 e 5 g.

HORA PARA TOMAR: duas vezes ao dia – 30 minutos antes e até uma hora após o treino.

RISCOS DO EXAGERO: Sobrecarga nos rins.

WHEY PROTEIN
O QUE É: Proteína do soro de leite.

INDICADO PARA: Evitar catabolismo (perda muscular) e construir músculo, independentemente da modalidade de treino.

HORA PARA TOMAR: Até uma hora após o treino. "Aí os aminoácidos da proteína são mais bem captados, evitando catabolismo e lesões", diz Maristela Strufaldi, nutricionista e consultora da MH. Unir o whey a suplementos de carboidrato, como a dextrose, acelera o transporte dos nutricientes da proteína. Misture 0,25 g de whey a 1 g de carboidrato por quilo de peso corporal (se tiver sobrepeso ou treinar forte, a medida pode variar. Procure um nutricionista).

RISCOS DO EXAGERO: Sobrecarregar fígado e rins, e engordar (o excesso de proteína não é absorvido e vira gordura).

CREATINA
O QUE É: Composto de aminoácidos (arginina, metionina e glicina).

INDICADO PARA: Ganhar força e energia em modalidades que exigem explosão (como esportes de quadra e musculação). "A energia dos músculos vem de uma molécula chamada ATP, que age por um intervalo curto. Ao ser metabolizada, a creatina ajuda a reconstruir a ATP", afirma Rogério Frade, professor do curso Nutrição e Suplementação na Atividade Física da Universidade Gama Filho (UGF), em São Paulo.

HORA PARA TOMAR: Até uma hora pós treino. Misture-a a suplemento de carboidrato, como a dextrose. "Assim a ação da creatina é otimizada", diz Henry Okigami, farmacêutico e especialista em suplementação. A Anvisa determina que as creatinas devem ter um aviso dizendo que o consumo acima de 3 g pode ser prejudicial. Combine-a com 3 a 5 colheres (sopa) de carboidrato.

RISCOS DO EXAGERO: Complicações renais e desarranjo gastrointestinal.

GEL DE CARBOIDRATO
O QUE É: Composto que combina polissacarídeos (açúcares de molécula grande), como a maltodextrina, e monossacarídeos (açúcares de molécula menor), como a dextrose.

INDICADO PARA: Praticantes de atividade física com duração maior que uma hora ou intensa.

HORA PARA TOMAR: 30 minutos pré-treino. Como tem absorção mais lenta, fornece energia durante o exercício.

RISCOS DO EXAGERO: Engordar e ter diarreia.

SUPLEMENTO A BASE DE CAFEÍNA
O QUE É: Estimulante de cafeína.

INDICADO PARA: Dar mais ânimo no treino e perder peso. "Ao estimular o sistema nervoso central, ela aumenta disposição e atenção", diz Suzana Bonumá, nutricionista e especialista em Fisiologia do Exercício pela Universidade de São Paulo (USP). "Também aumenta frequência cardíaca e temperatura corporal, associando-se à termogênese (queima de gordura). "A dose indicada é de até 6 mg por quilo de peso corporal ao dia.

HORA PARA TOMAR: 30 minutos pré-treino (tempo até o início da ação) e/ou nas primeiras horas após acordar (para potencializar a termogênese).

RISCOS DO EXAGERO: Taquicardia, alterações na pressão e insônia.

PRECURSOR DE ÓXIDO NÍTRICO (NO)
O QUE É: Composto que promove a produção de óxido nítrico, gás que circula nos vasos sanguíneos aumentando o fluxo de sangue no músculo.

INDICADO PARA: Praticantes de musculação que visam hipertrofia. "O aumento do fluxo sanguíneo faz o músculo receber mais oxigênio e nutrientes, melhorando o resultado e reduzindo a fadiga pós-treino", diz Thaís.

HORA PARA TOMAR: 30 minutos antes do treino.

RISCOS DO EXAGERO: Quedas na pressão arterial, taquicardia e irritabilidade gástrica.

SUPLEMENTO DE FIBRA
O QUE É: Composto com fibras solúveis (que dissolvem na água durante a digestão) e/ou insolúveis (que não dissolvem em água ao serem digeridas).

INDICADO PARA: Quem está acima do peso. "A digestão das fibras solúveis gera volume e libera o hormônio GLP-1, promovendo a saciedade". afirma Okigami. "Elas também atraem moléculas de gordura e açúcar, eliminando-as nas fezes. Já as insolúveis ajudam na formação e eliminação do bolo fecal."

HORA PARA TOMAR: Em lanches. Assim você não chega às refeições com tanta fome.

RISCOS DO EXAGERO: Diarreia e problemas ao absorver nutrientes, como vitaminas.

BLEND DE PROTEÍNAS
O QUE É: Combinação de várias proteínas, como o whey protein, caseína e proteína de soja.

INDICADO PARA: Ganhar massa magra e evitar catabolismo (perda de massa muscular), interesse comum a quase todas as modalidades.

HORA PARA TOMAR: Na primeira ou última refeição. "As diversas fontes proteicas garantem a absorção do nutriente por um período maior, o que ajuda a evitar o catabolismo", explica Frade.

RISCOS DO EXAGERO: Os mesmo do whey protein.

           www.menshealth.abril.com.br
Abraço a todos

domingo, 6 de maio de 2012

Deep Running

O “Aquajogger” ou Deep Running é uma técnica que visa a simulação do movimento da corrida dentro da água, deve ser realizado em uma piscina com grande profundidade, os praticantes necessitam utilizar coletes flutuadores com o objetivo de manter o corpo em posição vertical, possibilitando assim ao praticante realizar os movimentos corporais da corrida, sem a atuação da gravidade e ainda se beneficiando dos efeitos físicos da água.

Se possível o praticante não deve encostar os pés no chão, deve manter um bom alinhamento corporal e durante o treino pode ser estimulado os movimentos da corrida de maneira estática( sem deslocamento) ou de maneira dinâmica (com deslocamento), este último podendo ser realizado em diversas direções.

Entre os diversos benefícios, podemos citar:

- Redução do Impacto Articular

- Fortalecimento Muscular

- Melhora do Gesto Desportivo

- Recuperação Ativa Pós-Exercício

- Melhora do Condicionamento Cardiovascular

Atualmente esta técnica é utilizada não apenas na melhora da performance, mas também na reabilitação de pacientes pós operatórios, sendo um ótimo recurso para acelerar o processo de recuperação do indivíduo e retorno de suas atividades.

A prática do Deep Running pode ser realizada em grande parte das pessoas, desde jovens atletas até idosos sedentários, porém devemos lembrar que a intensidade do treino varia conforme o público alvo e suas respectivas metas.
BOM SENSO É SEMPRE FUNDAMENTAL!
Abraços
Denis

domingo, 22 de abril de 2012

Condromalácia Patelar

O termo condromalácia patelar é utilizado para definir a doença degenerativa que acomete a cartilagem da patela (antigamente denominada rótula) e que está localizada na articulação do joelho.

SINTOMAS:

1.DOR na região anterior do joelho, patelo-femoral (atrás da patela) ao subir e descer escadas ou mesmo ladeiras, aos exercícios físicos, ao levantar de uma cadeira, ao agachar-se e até mesmo ao manter o joelho flexionado por períodos prolongados;

2.CREPITAÇÃO E ESTALIDOS atrás da patela ao flexionar e extender o joelho, por vezes audíveis;

3.EDEMA E DERRAME ARTICULAR que são ocasionados pelo acúmulo excessivo de líquido sinovial formado no processo inflamatório.


CAUSAS:

As causas da condromalácia envolvem alterações de alinhamento da patela, que excursiona fora do local adequado, ocasionando atrito entre sua superfície articular e a superfície articular do fêmur, desse modo provocando “desgaste”.

Tais alterações de alinhamento muitas vezes estão relacionadas à desequilíbrios da musculatura do quadríceps como atrofias, hipotrofias e encurtamentos musculares além é claro de variações anatômicas tanto do fêmur como da patela Também estão correlacionados microtraumatismos de repetição, bastante comuns em esportes de impacto como o futebol, vôlei, basquete, entre outros. Deve ainda ser citada a chamada causa idiopática, quando não são identificadas alterações anatômicas que justifiquem o desenvolvimento da doença.

CLASSIFICAÇÃO

É utilizada uma classificação que divide em 4 (quatro) diferentes graus da lesão (Outerbridge):

GRAU I : amolecimento da cartilagem (mais leve)

GRAU II : fragmentação e fissura da cartilagem em uma área menor ou igual à aproximadamente 1,5 cm (1/2 inch)

GRAU III: fragmentação e fissura da cartilagem em uma área maior ou igual à aproximadamente 1,5 cm (1/2 inch)

GRAU IV: erosão da cartilagem com exposição do osso subcondral (mais grave)

DIAGNÓSTICO:

O diagnóstico da condromalácia é feito basicamente pelo exame clínico, podendo ser utilizados exames de imagem como Radiografias,Tomografia Computadorizada e Ressonância Nuclear Magnética para orientação quanto ao tipo de tratamento a ser instituído.

TRATAMENTO:

O tratamento deverá ser direcionado às causas, sendo baseado principalmente em reequilibrar o alinhamento da patela, inicialmente através de tratamento fisioterápico por meio de exercícios isométricos e alongamento muscular, devendo também ser associados métodos analgésicos e antiinflamatórios. Atualmente é comum a utlização de medicamentos denominados condroprotetores, além da viscossuplementação intra-articular (que atuam na cartilagem articular).Em casos graves muitas vezes é necessário tratamento cirúrgico, em que procedimentos combinados para tratamento do alinhamento patelar e tratamento da lesão da cartilagem podem ser realizados por via “aberta”, artroscópica (vídeo) ou mesmo combinada.




Um abraço a todos

Denis



quinta-feira, 12 de abril de 2012

A Fisioterapia no Boxe - Entrevista ao Córner do Leão


A fisioterapia é uma das ciências mais utéis na vida de um atleta, seja na prevenção de lesões ou no tratamento delas. O Fisioterapeuta Dr. Denis Corrêa graduado em Fisioterapia e Educação Física, Pós-Graduado em Fisioterapia Aplicada à Ortopedia (UNIFESP-EPM) fala do tratamento destinado aos atletas, em específico boxeadores, ao Córner do Leão.

Sobre o que foi sua dissertação na pós-graduação na UNIFESP-EPM ?

Em minha dissertação de pós graduação, desenvolvi um protocolo de tratamento fisioterapêutico para pacientes com diagnóstico médico de artrite de joelhos.

Qual a diferença do trabalho do fisioterapeuta voltado para o atleta em relação à população comum ou que pratica esportes ocasionalmente?

Atualmente existem protocolos de tratamento para as mais diversas lesões ortopédicas, porém há sempre uma diferença quando pensamos em reabilitar um atleta ou uma pessoa comum. Essa diferença se deve por alguns motivos, que vão desde um metabolismo que trabalha de maneira acelerada, músculos com grande capacidade de oxidação, melhor preparo físico que auxilia no retorno precoce ao esporte e por fim bons hábitos de vida também colaboram para o andamento do tratamento.

Em um processo de reabilitação para atletas, devemos pensar que o grau de exigência é sempre superior a qualquer outra pessoa, alem do que, não devemos nos esquecer que o gesto desportivo deve estar sempre presente nas condutas de tratamento.

Existe algum trabalho específico para praticantes de boxe?

Pensando no boxe, um trabalho específico que costumo aplicar é o Treinamento Funcional, sendo uma técnica cujo os exercícios apresentam elevado grau de dificuldade e que por vezes possui como resistência a própria gravidade. Visa fortalecer músculos profundos do tronco e dos membros, além de sua grande importância na estabilização das articulações. Este tipo de treinamento é intenso e com excessivo gasto calórico para aqueles que o praticam. É facilmente notada a melhora de suas valências físicas, melhora do rendimento desportivo aliado a uma redução significativa de lesões.

Quais áreas eles costumam lesionar mais?

Por se tratar de um esporte de contato e com inúmeros gestos repetitivos, existe uma grande prevalência de lesões traumáticas e lesões por esforço repetitivo (LER).

Dentre as principais estão: Tendinites, Bursites, Entorses, Lesões Musculares, Lesão em ATM (articulação têmporo-mandibular), Síndrome do Impacto no Ombro, Fraturas (metacarpos, escafóide e clavícula) e Contusões na região do tronco.

Devemos lembrar que algumas dessas fraturas/lesões podem se instalar por uma aplicação incorreta da técnica, seja em treinamento ou no ato da luta.

Após a aposentadoria muitos carregam lesões de lutas e treinos do passado. Qual a melhor forma de lidar com eles?

A melhor forma de lidar com estas alterações é trabalhar o corpo como um “todo”, dar a este indivíduo um bom padrão de força muscular, flexibilidade e manutenção de sua capacidade física.

Pelo ponto de vista do fisioterapeuta há algum exame à ser feito antes dos combates?

O exame que pode ser aplicado pelo fisioterapeuta antes do combate, é o Exame Físico, onde através de aspectos como a inspeção, palpação de estruturas anatômicas, teste de força muscular e amplitude de movimento, vão determinar a condição física deste atleta para a luta.

Em caso de lesões agudas/crônicas que este atleta venha a possuir, esta será uma forma eficaz  de quantificar sua melhora.


Gostaria de agradecer ao jornalista Gabriel Leão pela confiança depositada e oportunidade de falarmos da importância da fisioterapia no "mundo" do boxe.

Para conhecer mais do trabalho de Gabriel Leão e saber das últimas notícias do boxe... acessem: http://www.cornerdoleao.blogspot.com.br/

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Treinamento Físico Infanto-Juvenil

  Atualmente crianças/adolescentes adotam uma alimentação totalmente inadequada, que por vezes é hipercalórica e rica em gordura, aliado ao fato de que não “queimam” de maneira eficaz essas calorias extras, pois atualmente a Internet e outras ferramentas tecnológicas inibem a prática de uma atividade física regular, resultando em uma alteração fisiológica chamada Obesidade Infantil, que cresce acentuadamente a cada ano.
Pensando principalmente neste público, se torna crescente a procura por profissionais que saibam trabalhar neste segmento, o atendimento personalizado vem recebendo uma grande demanda de alunos, numa faixa etária compreendida dos 10 aos 15 anos e que buscam uma redução de peso corporal.

  Este abordagem atinge diversos objetivos, dentre os principais podemos citar: Melhora da Coordenação Motora, Melhora do Equilíbrio, Melhora das Habilidades Psicomotoras, Redução de Gordura Corporal, Socialização, entre outros.
   
    Para que este trabalho se torne eficiente, é importante que o professor saiba lidar com as diferenças de cada criança além de respeitar os limites de um corpo que se encontra numa fase de maturação.
  Segue abaixo alguns aspectos importantes para que este treino obtenha sucesso:

  • Propor uma atividade dinâmica
  • Direcionar para o esporte que a criança mais se identifique
  • Trabalhar a ludicidade
  • Exercícios em circuito
  • Estimular a competitividade (sem excesso)


“O que fazemos ao nosso corpo HOJE, certamente colhemos os frutos no AMANHÔ

Um abraço

 Denis

quinta-feira, 29 de março de 2012

Corrida de Costas / Marcha Reversiva

          Atualmente a corrida é um dos esportes que mais ganham praticantes ao redor do mundo, pois além da possibilidade de ser praticado em qualquer local, é um esporte considerado eficaz para o condicionamento cardiovascular.

          Entretanto, para aqueles que pretendem experimentar algo diferente e eficaz para o gasto de calorias, a Corrida de Costas ou também chamada de Marcha Reversiva (MR) é uma ótima opção para todos que pretendem iniciar um treinamento com alto gasto calórico além de um recrutamento muscular global.

Dentre os inúmeros benefícios podemos citar:

Ø  Redução de impacto articular
Ø  Melhora da Coordenação Motora
Ø  Melhora de estímulos cerebrais e conexões neurais
Ø  Melhora do fluxo sanguíneo
Ø  Fortalecimento muscular, principalmente em membros inferiores
Ø  Alto gasto calórico

Antes de iniciar a prática devemos citar alguns cuidados:

§  Nunca iniciar esta prática sem a orientação de um profissional
§  Iniciar com uma caminhada leve e sem obstáculos próximos
§  Evoluir de maneira lenta e gradativa de acordo com a resposta do corpo perante o estímulo
§  Caso esta prática seja realizada em uma esteira, deve ser mantida a conexão da pessoa com o dispositivo de segurança, pois em caso de emergência ela desligará automaticamente.
§  Praticar em local com bom calçamento

E lembrem-se: “NÃO é andar para trás e SIM andar para frente de costas”


Abraço a todos

Denis