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domingo, 21 de abril de 2013

Como enfrentar a altitude?


Caros leitores,
Em março deste ano tive a oportunidade de viajar para o Peru, mais especificamente para a cidade de Cusco, que está localizada a uma altitude de 3.400 metros acima do nível do mar.
Gostaria de relatar que a experiência vivida com o famoso “fantasma” da altitude não é uma tarefa das mais fáceis, espero que esta postagem seja de significativa relevância para aqueles que pretendem viajar a certos destinos de altitude acentuada.

Dentre os vários sintomas que podem surgir, vale ressaltar:

- Cefaléia

- Náuseas

- Aumento da frequência respiratória

- Aumento da frequência cardíaca

- Cansaço

- Dispnéia (falta de ar) a médios esforços

- Perda de apetite

- Insônia

 É importante salientar que a intensidade dos sintomas vão variar de acordo com cada pessoa, sendo determinante alguns fatores como: idade, nível de atividade física, portadores de doenças crônicas (HAS, diabetes, entre outros) e indivíduos com disfunções cárdio-respiratórias.

No período de aclimatação, é importante seguir certas medidas afim de reduzir os sintomas e evitar possíveis complicações pulmonares e cerebrais (edema).  Segue abaixo algumas das medidas:

1- Deve ser realizada uma ingestão de 3 litros de água diariamente.

2- Evitar a prática de atividades físicas nos primeiros dias.

3- Evitar a ingestão de bebidas alcoólicas e o uso do cigarro, pois ambos podem acelerar os sintomas e o processo de desidratação (este último no caso do álcool).

4- A utilização do chá da folha de coca pode ser benéfico para reduzir os sintomas.

5- Se houver acentuada dispneia, muitos locais disponibilizam suporte de oxigênio para os hóspedes e visitantes.
6- Durante exposição ao sol, devemos redobrar a atenção, pois grandes altitudes requerem cuidados extras, sendo fundamental a utilização de protetor solar.
 
Abraços

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